sábado, 30 de março de 2013
Tenha Fé e "Feliz Páscoa"
O Bom Pastor é aquele que está sempre de mãos estendidas para você, principalmente nos momentos mais difíceis da vida.


Páscoa é ajudar mais gente a ser gente, é viver em constante libertação, é crer na vida que vence a morte. Páscoa é renascimento, é recomeço, é uma nova chance pra gente melhorar as coisas que não gostamos em nós. Para sermos mais felizes por conhecermos a nós mesmos mais um pouquinho e vermos que hoje somos melhores do que fomos ontem
domingo, 17 de março de 2013
sábado, 16 de março de 2013
Mulher
O Dia da Mulher, ou Dia Internacional da Mulher, se comemora todos os anos no dia 8 de março.
O Dia da Mulher é a celebração das conquistas sociais, políticas e econômicas das mulheres, e foi adotado pela Nações Unidas e consequentemente por diversos países. A idéia de criar e celebrar um dia dedicado às mulheres já existia no Século XX, já havia surgido na Europa e Estados Unidos a idéia de celebrar um dia da mulher, para comemorar a luta feminina por melhores condições de vida, trabalho e de direito ao voto.
O Dia da Mulher é muitas vezes marcado por presentes simbólicos, como flores, em especial rosas, poemas, frases, e etc.
Como Surgiu o Dia da Mulher
O Dia da Mulher teve origem com as manifestações das mulheres russas por melhores condições de vida e trabalho, na Primeira Guerra Mundial. Após a Guerra e a Segunda Revolução Industrial, as indústrias incorporaram as mulheres para mão-de-obra, e devido às condições insalubres de trabalho, os protestos eram frequentes.
Por muito tempo, a data foi esquecida e acabou sendo recuperada somente como movimento feminista nos anos 60. Atualmente, a data perdeu um pouco seu sentido original, e tem mais um caráter festivo e comercial.
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Mulher
Poema para o Dia da Mulher
"Mulheres serenas, promessas de nada.mulheres de vento, de sopro divino,
mulheres de sonho, mulheres sentido,
mulheres da vida, melhor ter vivido...
Mulheres de tempo, em que tudo que havia fazia sentido,
mulheres que eu vejo, no sol de janeiro,
mulheres saídas de potes de vidro,
mulheres faceiras, as mais feiticeiras, melhor ter sorrido...
mulheres de tantos e tantos perigos,
mulheres de vinho e de vã harmonia,
mulheres convívio,
mulheres no cio, as mais parideiras, melhor ter nascido.
..
mulheres de luzes e de absinto,
mulheres que um dia sonhei colorido,
mulheres de santos, mulheres de igrejas,
as mais rezadeiras, melhor sacrifício
mulheres que um dia deitaram comigo,
mulheres tão lindas e de maior juízo,
mulheres de danças,
as tranças nos ombros, meus olhos caídos....
mulheres que fecham a vã poesia,
mulheres que o ouro não tem nem princípio,
mulheres de outono,
o seu abandono, melhor ter carinho...
mulheres de um tempo em que estive sozinho,
mulheres de riso abrindo janelas,
mulheres que sonham,
seu sono macio, melhor o seu ninho....
mulheres do dia e da noite, eternos,
mulheres que lutam, raízes na terra,
mulheres que as feras,
no meio da noite, não mais intimidam...
mulheres espera, no mar do abandono,
mulheres teares, tecendo seu linho,
mulheres tão loucas,
Seu beijo na boca, uma taça de vinho..."
Autor Desconhecido
Dia internacional da MULHER
Dia
Internacional da Mulher
Origem:
Wikipédia, a enciclopédia livre.
Dia Internacional da Mulher
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Dia da
Mulher
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O Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, tem como origem as manifestações das
mulheres russas por melhores condições de vida e trabalho
e contra a entrada da Rússia czarista na Primeira Guerra
Mundial. Essas manifestações marcaram o início da Revolução de 1917.
Entretanto a ideia de celebrar um dia da mulher já havia surgido desde os
primeiros anos do século XX, nos Estados Unidos e na Europa, no contexto das lutas de mulheres por melhores
condições de vida e trabalho, bem como pelo direito de voto.
No Ocidente, o Dia Internacional da Mulher foi comemorado no início do
século, até a década de 1920.
Na antiga União Soviética,
durante o stalinismo, o Dia Internacional da Mulher
tornou-se elemento de propaganda partidária.
Nos países ocidentais, a data foi esquecida por longo tempo e somente
recuperada pelo movimento feminista, já na década de 1960. Na atualidade, a celebração do
Dia Internacional da Mulher perdeu parcialmente o seu sentido original,
adquirindo um caráter festivo e comercial. Nessa data, os empregadores, sem
certamente pretender evocar o espírito das operárias grevistas do 8 de março de
1917, costumam distribuir rosas vermelhas ou pequenos mimos entre suas
empregadas.
Em 1975, foi designado pela ONU
como o Ano Internacional da Mulher e, em dezembro de 1977,
o Dia Internacional da Mulher foi adotado pelas Nações Unidas, para lembrar as
conquistas sociais, políticas e económicas das mulheres.[1]
terça-feira, 12 de março de 2013
08 de MARÇO
DIA INTERNACIONAL DA MULHER
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DIA INTERNACIONAL DA MULHER
A jornalista e escritora Constanza Miriano
fala sobre o Dia Internacional da Mulher
ROMA, Itália - A jornalista Constanza Miriano está
longe do estereótipo da feminista. É profundamente católica, mas muito diferente
do estereótipo da garota que cresceu na capela.
Seu primeiro livro "Sposati e sii sottomessa"
(Vallecchi) foi o acontecimento editorial do ano passado, acabando com todos os
clichês sobre as mulheres e as famílias de hoje. Na entrevista que deu a Zenit,
Constanza fala sobre os temas abordados por ela, com sua ironia habitual
"Chestertoniana" (ortodoxia).
O dia 08 de março é uma festa que é um
"totem" para as feministas. Outras mulheres, no entanto, querem
aboli-la...
Constanza Miriano: Eu pertenço à
segunda categoria! Hoje em dia eu vejo uma situação de desequilíbrio a nosso
favor, no sentido de que não vejo tantas mulheres discriminadas, exceto nos
casos em que não quero desprezar, de abusos. Pelo contrário, vejo a figura do
homem cada vez mais degradado, débil, sentimental, forçado a cuidar e
desenvolver papéis que não são propriamente masculinos. Falar do homem como
autoridade, enérgico, forte equivale quase a insultá-lo, chamando-o de tirano ou
machista. Mas acredito que os papéis devem ser absolutamente redescobertos e
valorizados, já que um complementa o outro. Assim, com as reivindicações
feministas, eu não compartilho.
Se eu desligar a televisão, se eu fechar o jornal, se
eu olhar para as mulheres "de carne e osso" que conheço, as reivindicações que
fazem são sobre a maternidade, sobre os filhos; não querem ser obrigadas a
trabalhar, ou muito menos querem fazê-lo, dando uma contribuição para a
sociedade, sendo forçadas a deixar seus filhos por um tempo irracional. Acho que
esta é a verdadeira batalha: a da mãe.
Em termos de "emancipação" a batalha está totalmente
ganha: se pensamos na minha diretora, Bianca Berlinguer, e na minha diretora
geral, Lorenza Lei, são mulheres... Para conquistar papéis de "poder", que tem
tempos e modos masculinos, as mulheres devem deixar de lado a família, a parte
humana.
Nos últimos quarenta anos quem está com seu
papel distorcido, o homem ou a mulher?
O Papa Bento XVI propôs, como intenção de
oração para março, o reconhecimento da contribuição das mulheres para o
desenvolvimento da sociedade. Que tipo de reconhecimento espera o Santo Padre na
sua opinião?
Constanza Miriano: Não o
reconhecimento das partes rosas! Eu acredito que pretenda que as mulheres
redescubram a beleza do seu papel, particularmente o maternal. Nós somos as
primeiras a esquecer desse papel ou a colocá-lo entre parênteses. Como o próprio
Papa escreveu na Carta sobre a colaboração entre homem e mulher, a mais nobre
vocação para as mulheres é despertar o bem que existe no outro, para promover
seu crescimento. É ela que primeiramente doa a vida ao filho e depois àqueles ao
redor dela, com sua capacidade de valorizar os talentos, de se relacionar, de
acolher, de mediar, de ver as coisas a partir de múltiplos pontos de
vista.
O homem, mesmo na família, tem uma espécie de amor
mais voltado para fora, é aquele que constrói no mundo do trabalho, que fecunda
a terra. O homem caça e a mulher colhe! Tenho certeza de que o Papa não se
refere às batalhas feministas, mas espera que as mulheres tornem a abraçar o seu
papel, porque, como tudo o que a Igreja nos ensina, é para nossa felicidade mais
profunda. Vejo muitas mulheres que têm negado esta parte mais feminina da
vocação, que investiram tudo no trabalho, ou melhor, na carreira, renunciando
aos filhos e, no final, sofrem.
Qual foi o modelo feminino em sua
vida?
Constanza Miriano: Eu tenho muitas.
Mulheres que sabem 'espalhar a vida' adiante são profundamente cristãs. Duas
delas, aliás, são mães de seis filhos: uma optou por ficar em casa, a outra em
ser médica. Esta última, com uma atividade particular, então flexível como o
tempo, conseguiu harmonizar bem família e trabalho.
Penso, no entanto, na Irmã Elvira, da Comunidade
Cenáculo de Saluzzo, que é mãe, de outra forma, de milhares de crianças. Antes
dela, tivemos um monte de santas: Teresa de Ávila, Teresa de Lisieux, Catarina
de Sena, Teresa Benedita da Cruz (Edith Stein), Gianna Beretta Molla, todas
mulheres muito fortes e corajosas que me inspiram e que eu gostaria de ser
semelhante.
O mundo do entretenimento, da TV e dos
filmes, dá uma ênfase particular sobre a beleza feminina, muitas vezes, não na
moldura do bom gosto e da elegância. Os meios de comunicação podem devolver a
dignidade à mulher?
Constanza Miriano: Um justo cuidado
de si mesmas como mulheres não é ruim. Nós, mulheres católicas, às vezes nos
iludimos que cuidando do espírito podemos cuidar menos do corpo. Mas acredito
que para uma mulher casada é quase um dever ser agradável. Eu mesma adoro ser um
pouco vaidosa e "superficial"! Muitas vezes eu tenho as encíclicas do Papa
borradas de esmalte... Não vejo conflito entre a beleza física e a espiritual.
Eu amo o esporte e pratico muito. A beleza é um dom: deve ser acolhido,
cultivado e guardado, claro, sem "jogar pérolas aos porcos", sem ser exposta de
maneira vulgar. No final, o que vemos na televisão é o resultado natural da luta
feminista.
Acho que os meios de comunicação podem restituir a
dignidade da beleza feminina, não censurando ou condenando, nem destacando o
mal, mas mostrando que a verdadeira beleza e a verdadeira felicidade é outra
coisa. Nosso desafio como católicos não é ser moralista ou preconceituoso. Não é
isso que convence o coração. Precisamos mostrar uma beleza maior, testemunhando,
mesmo com esmalte e bronzeada, que a verdadeira felicidade é outra. Não é certo
dizer que uma mulher que tem muitos filhos e vive toda uma vida com um único
marido deve, necessariamente, "enfeiar-se". Nosso desafio, como católicos, é
mostrar a razoabilidade profunda da fé e a miséria profunda e inevitável que vem
de não acreditar. Eu não acho que pode haver felicidade sem Deus, nossos
corações são feitos para Ele. Nem mesmo para Brad Pitt e Angelina Jolie vai
haver felicidade sem Deus!
Por Luca Marcolivio
Tradução: MEM
Fonte: www.zenit.org
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domingo, 10 de março de 2013
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